OS GATOS DEIXAM PEGADAS NO NOSSO CORAÇÃO |
Gatos acolhidos pela Associação Gatos Livres |
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A linda e delicada Pimpinela foi abandonada com os 4 irmãos junto a uma lixeira onde algumas pessoas deixam sacos de plástico com restos. Quando os encontrei, restavam apenas 3 gatinhos, a Pimpinela, o Pimpão e o Pimpim. Segundo algumas pessoas que assistiram ao abandono, um dos irmãos terá sido levado pouco depois por alguém e o outro não se sabia ao certo onde andava. Os 3 gatinhos estavam transidos de medo e de fome. Meigos e carentes, vieram de imediato assim que os chamei e entraram sem receio na transportadora. Comeram desesperadamente, e cá estão na nossa comunidade, onde se integraram sem a mínima dificuldade. Cerca de duas semanas mais tarde, reapareceu o mano que faltava. Chamámos-lhe Jesse... |
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A lindíssima Ágata é uma gatinha extremamente calma e meiga. Vivia num quintal com a irmã, onde tiveram 7 filhotes cada uma. A irmã foi depositada com as crias algures num pinhal, onde não consegui ainda encontrá-los... Após um alerta, a doce Ágata foi capturada, com 6 filhotes (o sétimo morrera entretanto), para evitar que lhes acontecesse o mesmo. |
| As gatinhas têm razão em serem selvagens e
ariscas, é muitas vezes a única hipótese que têm de se protegerem a si e às crias. Se
a mana da Ágatha não se deixasse apanhar com tanta facilidade, não teria sido
cobardemente levada com os filhotes e depositada como um vulgar objecto num local
desconhecido, onde nem sequer sabia onde procurar comida e abrigo. A Ágata é extremamente frágil. Tinha anemia e centenas de pulgas viviam na sua bela pelagem de siamês. Está agora em recuperação, e esperamos que em breve seja uma gatinha saudável e alegre. Os 6 filhotes da Ágata encontram-se bem e são um encanto: 2 pretinhos, 2 tartarugas, 1 tipo siamês e 1 preto e branco. |
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A linda Molly foi depositada numa noite de Junho à porta da garagem de alguém, juntamente com um montinho de ração para gato adulto. Era uma minúscula criatura, com cerca de 3/4 semanas, que mal sabia comer sozinha, transida de medo, subnutrida e cheia de coriza. Ao entrar na garagem, o carro quase lhe passou por cima... Foi recolhida e foi-me feito um apelo. No dia seguinte de manhã a pequenina Molly veio juntar-se a nós, em quarentena. Não foi fácil tratá-la, porque era selvagem: quem a abandonou nem se dera ao trabalho de a socializar. |
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| Diga-se que quem me pediu para
a receber também nunca mais se deu ao trabalho de saber notícias... A pequenina Molly está hoje completamente integrada na nossa comunidade e é extremamente meiga, após várias sessões de "festas compulsivas", algumas arranhadelas e mesmo dentadas. Mais uma gatinha encantadora de que todos gostamos muito.
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O Giovanni é um amor de gatinho. Mais um pretinho que desafia as crenças medievais dos "diabos pretos", e que se veio juntar a nós após um apelo. O Giovanni chamava-se Romeu, mas nós já tínhamos o nosso romântico de serviço, por isso teve de mudar de nome. Esta doçura é um dos filhotes de uma linda donzela que vive acarinhada no quintal de uma amiga dos animais. |
| Foi acolhido por uma boa
família, mas vivia um pouco isolado porque os outros gatinhos já são velhotes e não
lhe aturavam as traquinices. Assim, veio juntar-se ao clube dos loucos da nossa
comunidade, onde até lhe sobra brincadeira. O Giovanni integrou-se com a maior das
facilidades, e o seu prazer é brincar e dormir em montinho com os manos de adopção.
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O Sião foi encontrado por uma grande amiga dos animais que "não percebe muito de gatos"... Viu este gatinho à beira da estrada, escanzelado, e apanhou-o... à mão! Uma captura de mestre, não fosse o Sião ser a mais meiga e dócil das criaturas, que só pedia que um olhar atento cruzasse os seus belos olhos azuis! Um apelo, e o belo siamês veio juntar-se a nós. Porém, dado o estado de magreza - 3 kg para um belo gatarrão que, nos dias felizes, deveria ter pesado pelo menos 7 kg - foi de imediato hospitalizado. Após exames, verificou-se que o Sião tem os pulmões extremamente afectados, crises de tosse e falta de ar. Para saber exactamente de que mal sofre, seria necessário fazer uma pesquisa mais avançada, que implicaria riscos e sofrimento para este lindo gatinho, que já deve ter penado a sua dose neste mundo. Assim, decidimos deixá-lo em paz, com o seu provável linfoma pulmonar, passear ao ar livre, ir beber água à fonte com os outros, apanhar sol, deitar-se à sombra de um arbusto ouvindo o chilrear dos pássaros e cuidar dos bebés da casa, até que o destino nos diga se o seu mal é incurável. Por agora, o Sião está bem, com menos crises, e quem sabe...
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A nossa história de amor, minha e da linda Cinderela, é longa! Algum tempo depois de ter encontrado o meu querido bebé Snow, que criei a biberão, vi na perigosa colónia do Niels, da Sweety e do Grande Snow um gatinho exactamente igual, em busca de comida. A partir desse dia começou a guerra da tentativa de captura. Semanas mais tarde, o gato deixou de aparecer... Convenci-me que morrera, que fôra atropelado, que desaparecera tal como todos os outros que não conseguira salvar daquele triste local. Porém, quase um ano depois, voltei a vê-lo perto da mesma colónia, à beira da estrada, junto ao mato!!! Estranhamente, miou alto e bom som e deixou que me aproximasse um pouco. Percebi que algo de diferente se passava. |
| Avancei uns passos e,
discretamente, espreitei: seis filhotes, com cerca de 4 semanas, dormiam em montinho à
sombra de um arbusto. Era então uma menina, "o irmão" do meu bebé Snow, e
tinha seis lindas crias! Deixei comida e, na manhã seguinte, voltei lá. A mãe estava ausente, certamente em busca de mais alimento. Apanhei os filhotes e, nesse mesmo dia, recomeçou a saga da tentativa de captura da mãe, prometendo a mim própria que desta vez não me escaparia. Cerca de um mês depois, a irmã do Snow entrou finalmente na armadilha! Chamámos-lhe Cinderela. A Cinderela veio juntar-se a nós e aos 6 filhotes: 3 tipo siamês e 3 tigradinhos, uns anjos de beleza e doçura, a quem chamamos os Snows. |
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A minúscula Paprika foi encontrada com alguns dias de idade junto a um caixote do lixo! Porquê? Mistério da crueldade de alguns humanos insensíveis ao sofrimento de um bebé sozinho e sem comida, incapaz de fazer algo mais a não ser gritar por socorro. Talvez devido às circunstâncias em que terá vivido algumas horas, a Paprika deu que fazer: rejeitava o leite maternizado do biberão, dado de duas em duas horas, e em seguida foram as diarreias. Quando pôde começar a comer do pratinho, o nosso bebé levou igualmente algum tempo a adaptar-se à comida sólida, mas a vontade de viver era tanta que nada a fez desistir. Cheia de vida e alegria, a Paprika deve ter agora (fins de Setembro) cerca de 6 semanas, e a sua felicidade suprema consiste em se deixar lavar e mimar pelos "grandes" da casa. A saudade das vagas recordações dos poucos dias passados com a mãe encontraram eco na alma sensível de alguns dos nossos gatinhos, e a jovem Paprika tem agora muitas mães. Até a solitária Ravi, a nossa gatinha mais velha, criada quase como filha única e que não é grande apreciadora de companhia, muito menos na sua almofada privada, aceita o bebé Paprika sem reservas. Os manos Pompons, o nosso querido Balu e, como sempre, a "mãe" Xani adoram-na e brincam com ela com ternura, deixam-na dormir encostada a eles e acarinham-na. Fazem o papel de mães babadas e ai de quem for um pouco mais brusco com a cria, como por exemplo a menina Anastásia... |
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A linda Veneza foi abandonada, com cerca de 2 meses, junto a uma casa. Felizmente, um dos gatos residentes achou-lhe piada e levou-a, como um irmão mais velho, ensinando-lhe o caminho do prato e da almofada. Mas a beldade não podia ficar... e foi-nos confiada. Cá está ela na nossa comunidade, sem quaisquer complexos, feliz e despreocupada. |
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O Moi-Moi foi encontrado escondido num canavial, junto a uma vivenda. Segundo um vizinho, o bebé chorava e gritava há dois dias, sem que ninguém ouvisse o seu apelo. Não foi difícil capturá-lo. Deixou-se apanhar sem resistência, mas só algumas horas depois quis comer, desesperadamente, tal era o seu terror. O Moi-Moi é uma doçura de gatinho e foi acolhido de patas abertas pelos nossos bebés e adultos.
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O Bruni e os companheiros viviam numa quinta. Foram metidos num galinheiro e espalhados pelas estradas e aldeias... Mais esperto ou mais rápido, o Bruni conseguiu escapar-se, mas vivia escorraçado e perseguido, devido à sua cor! Fui buscá-lo, antes que as ameaças de tiro de caçadeira se concretizassem... O Bruninho juntou-se a nós em Abril de 2008.
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A jovem Irina vivia num local pouco acolhedor, sujo e perigoso. Apesar disso, é meiga e sociável, talvez em tempos tenha tido algum carinho. Esta donzela estava grávida e, se não tivesse sido esterilizada e acolhida, ela e os filhotes iriam viver num amontoado de espinhas de peixe, lixo e varejeiras. A linda Irina juntou-se a nós em Agosto de 2008 e adaptou-se muito rapidamente à sua nova vida.
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A bela Alice andava perdida ou foi abandonada? Não se sabe, porque, embora estivesse esterilizada, o que é raro, infelizmente, ninguém procurou esta gatinha meiga e visivelmente habituada ao conforto de um colo. O certo é que esta menina surgiu um dia a pedir comida e carinho. A Alice veio viver connosco em Agosto de 2008 e integrou-se de imediato com grande facilidade.
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A Góia foi capturada com os seus 4 filhotes, de cerca de 4 semanas, nas dependências de um restaurante cujo proprietário ameaçava envenená-los. A mãe entrou facilmente na casinha de captura, mas os filhotes, escondidos debaixo de uma escada à qual acediam através de um buraco, entre uma amálgama de velhas e sujas mobílias, deram muito que fazer. Foi necessária a paciência e dedicação de dois dos empregados, que sujaram a camisa impecavelmente branca e o lacinho preto, para que finalmente as crias se deixassem apanhar. Estão agora em segurança, mãe e filhos. |
| Esta gatinha adoptou ainda 5 filhotes sem mãe, encontrados com cerca de 3 semanas na mão de crianças muito pequenas e que lhes tinham sido dados por alguém! Os bebés gritavam de fome e medo, e a Góia amamentou-os com amor e carinho, juntamente com os seus, que, sendo mais velhos, cediam o lugar aos manos de adopção mais pequeninos, os lavavam e acarinhavam. Aos verdadeiros filhotes da Góia chamámos-lhes os Barquinhos e aos filhotes adoptivos os Brinquinhos. | |||
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O Jerónimo andava perdido ou abandonado, pedindo comida a quem passava, sem quaisquer inibições. Alguns adultos seguiram o seu caminho indiferentes, mas uma criança viu e ouviu, e o Jerónimo veio viver connosco em Junho de 2008. É um gatinho sociável com os humanos e fez facilmente amizades entre os companheiros. |
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| Verificou-se que o Jerónimo é
diabético. Já iniciou o tratamento adequado e temos esperança de que, tal como
aconteceu com o nosso Cenourinha, em breve o Jerónimo se cure.
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O simpático Joni foi encontrado deambulando na rua. É um gatinho extremamente meigo e sociável, que deve ter sido abandonado ou que andava perdido, embora pareça que ninguém o procura desesperadamente... Amigo dos outros e carente de ternura, o Joni adaptou-se à casa e à comunidade como se sempre tivesse vivido connosco. |
| É muito brincalhão e
apreciado pelos novos companheiros, mas o jardim mete-lhe medo. Más recordações? O Joni tem cerca de 8 meses e veio juntar-se à família dos Gatos Livres em Abril de 2008.
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Não é preciso dizer que D. Bartolomeu é um gatinho muito tímido, basta ver a foto! Este nosso amigo foi um dia, a medo, pedir comida e bateu a boa porta, mas como não podia continuar junto a uma estrada e com vizinhança hostil, veio parar aos Gatos Livres em Fevereiro de 2008. Apesar de medroso com os humanos, o Bartolomeu não tem qualquer problema com os companheiros e promete ser um gatinho que depressa se irá integrar. |
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| Foi evidentemente castrado e
está ainda em quarentena, até perceber que aqui não corre qualquer espécie de perigo.
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Do local onde a Mara foi encontrada vê-se o mar... A Mara é meiga, extremamente sociável e nada tímida com os humanos. Foi concerteza abandonada ou andava perdida, porque me saltou para o colo mal me viu acocorada para a acariciar. Cheia de carraças e pulgas, não esterilizada, perto de uma estrada movimentada, o futuro desta jovem gatinha seria o de muitas outras, tanto mais que ninguém parece procurá-la. |
| A Mara foi evidentemente
esterilizada e vacinada. Apesar de algumas dificuldades iniciais de integração,
descobriu finalmente os prazeres da vida em comunidade. Adora os bebés, e brinca e corre
como se tivesse voltado à primeira infância.
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A Minitabby é um encanto de gatinha! Encontrei-a em Janeiro de 2008 na colónia do Niels, do Snow, do Cenourinha e da Sweety, vinda sabe deus de onde, porque nunca a tinha visto. |
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| Esta colónia está em perigo. O Snow, o Niels,
a Linda, a Belinha
e a Luna desapareceram misteriosamente. Outros que
vinham de vez em quando nunca mais foram vistos. Outros ainda foram encontrados mortos.
Trata-se de retirar a pouco e pouco os que restam e os que surgem de novo em busca de comida e abrigo. A Minitabby é estranhamente parecida com a Tabby, única residente fixa que se mantém, até agora, fiel ao posto. |
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| Esta doçura foi esterilizada e
acolhida na grande família dos Gatos Livres ,
que passaram a ser gatinhos de colo, tapete e almofada.
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Após vários meses de inquietante ausência, a magnífica Sweety, irmã do Niels, ressurgiu do nada no local onde nasceu e foi criada, na colónia chefiada pelo Grande Snow. Esta colónia está em perigo, vários gatos desapareceram, outros foram encontrados mortos, e os que restam, entre os quais a Tabby, assim como os novos que forem surgindo, tal como a Minitabby, irão sendo acolhidos pela grande família dos Gatos Livres à medida das possibilidades e da urgência. |
| A Sweety regressou muito doente
e enfraquecida, mas começa agora a recuperar a saúde e a confiança.
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A Liccia, gatinha extremamente sociável e meiga com gatos e humanos, vivia com duas gatinhas bebés, a Lara e a Lira, debaixo de um estrado de madeira frente a um restaurante italiano. Pensei que seriam mãe e filhas, mas, segundo o veterinário que a esterilizou, a Liccia nunca teve filhotes. As 3 meninas são provavelmente irmãs de ninhadas diferentes, pois a Liccia protege e acarinha as crias como se fossem suas. Tudo indica que se trata de mais um abandono de fêmeas, como se de peste se tratasse! |
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| Estas 3 donzelas foram acolhidas juntas em Dezembro de 2007, e muito rapidamente se integraram no grupo de novos companheiros. | |
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Lara e
Lira, com cerca de 3 meses, filhas adoptivas da meiga Liccia, que as protegeu e acarinhou
na rua,
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A meiga Meli foi posta na rua de um dia para o outro e "morava" desde então com os filhos (Tessy, Akka e Ernesto, a sua última ninhada e a ninhada da filha Akka) numa espécie de lixeira, ao lado do que fôra outrora a sua casa! No entanto, não guardou rancor a quem a abandonou e passava por ela todos os dias sem uma palavra de carinho ou um pouco de comida. Deu a vida a uma série de filhotes, quase todos eles dispersados por crianças que lhos roubavam pouco depois de nascerem e os deixavam algures no meio da estrada. |
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| Todos estes gatinhos herdaram
da mãe um olhar extremamente doce e calmo, e podem ser socializados. Foram acolhidos
pelos Gatos Livres, devido às condições
degradantes em que viviam e à chacina de que eram vítimas as crias. A nossa Meli não precisou de ser capturada, entrou de boa vontade na casinha de transporte. Esterilizada e com os filhos protegidos e abrigados, esta menina merece ser finalmente feliz. |
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| Dos
últimos filhotes da Meli e da sua filha Akka, o primeiro a ser capturado foi o
divertido e meigo Minus, com cerca de 4/5 semanas, encontrado encolhido e silencioso perto
da estrada, branco sobre um plástico branco, quase uma visão. Daí surgiu a urgência de
procurar os outros e de os proteger. Eram 3 crias da Meli: o Sereno, o Zorrinho e a Falua, e mais 2 crias da Akka: o Manu e a Mina. Foram todos capturados no mesmo dia, e ficaram ainda cerca de uma semana com as mães, mas pouco depois foram separados para facilitar a socialização de adultos e bebés. |
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O Minus
é sociável, divertido e malandreco.
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Nesta
foto, a pequenita Mina e o mano Minus têm cerca de 4 meses...
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A meiga
Lindinha ocupa-se da pequenita Mina como se fosse sua mãe.
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Minus com Zorrinho e Falua, filhotes da Meli, lindos tigradinhos um pouco ariscos mas brincalhões e extremamente sociáveis com os outros gatos. |
A pequenita Mina e o mano Manu conseguem encontrar sempre um amigo mais velho para se encostarem e desfrutar de toilette, mimo e calor.
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O Sereno é muito calmo, nada parece perturbá-lo. No entanto, curioso e vaidoso como um gato, interrompe o gesto de se coçar para a foto!
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Minus, Sereno e Snow exploram o novo brinquedo, oferecido pelo Nicolau. Ao fundo, Romi (8 anos) observa as crianças a brincar.
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A jovem Falua brinca sob o olhar atento da amiga mais velha Ravi (9 anos)
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Snow, Minus, Sereno,
Mina, Romeu, Manu
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| 15 de Fevereiro de 2008: a
linda Falua foi esterilizada, mas ainda não sai ao jardim porque não se deixa pegar
facilmente ao colo, condição obrigatória para o regresso ao interior da casa ao fim do
dia.
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O Bagui, como lhe chamamos, foi encontrado em Outubro de 2007 numa lixeira, minúsculo, esfomeado e cheio de ácaros. Deixou-se apanhar facilmente e tratar como uma corajosa pantera, e aqui está ele, juntamente com alguns "manos de adopção", o Snow e o Minus, que o acolheram como um príncipe. O nosso querido Bagui, cuja negra pelagem é agora aveludada e brilhante, é uma doçura de gatinho. |
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| Quem o deitou fora para o lixo
não sabe que perdeu um grande amigo para a vida, terno, falador e divertido.
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Este belo gatinho "vivia" algures, junto à colónia da Meli. Vinha ali comer, quando os cães o deixavam, perseguido e escorraçado por tudo e por todos. Simpático, meigo, discreto, sociável com gatos e humanos, o Prince merecia melhor sorte e foi acolhido pelos Gatos Livres , onde se integrou muito rapidamente.
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| A sua presença entre nós
exigiu no início algumas precauções relativamente aos companheiros, porque o meigo
Prince é FIV e FELV positivo, mas tem valido a pena. Todos o adoram e ele convive em paz
e harmonia com todos.
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A linda Lilás, de olho azul e pêlo comprido, foi abandonada, ninguém sabe porquê. Gatinha meiga, muito calma, discreta, simpática com os outros gatos e sociável, esta menina não sabia sequer procurar comida ou abrigo. Ali ficou, onde a deixaram, encostada à porta de casa, até que alguém lhe deu um caixotinho de cartão para se recolher e alguma comida. A doce Lilás veio viver connosco em Setembro de 2007.
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Chama-se agora Romeu. Afinal, enganámo-nos!!! A Branquinha, como lhe tínhamos inicialmente chamado, é... um menino! Até o veterinário foi induzido em erro por esta carinha linda e meiga. Só quando "a" operou a uma patinha, porque coxeava e tinha o col do fémur partido, é que viu, finalmente, que a Branquinha é o Branquinho.
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| O Romeu é filho da Bicharoca. Foi capturado em Setembro de 2007 para
tratar da patinha, e por cá ficou. É muito calmo, meigo e brincalhão, e todos gostam dele. Além disso, é extremamente útil, serve de almofada e lareira para os mais pequenitos, que o adoram. O Romeu foi castrado em Janeiro de 2008, mas já tinha sido vacinado e, passada a fase obrigatória de quarentena, não se fez rogado para sair ao jardim e conviver com todos os outros sem qualquer dificuldade.
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Encontrei o Snow a 15 de Agosto de 2007, debaixo de uns arbustos, junto à colónia do Niels, da Sweety, da Tabby e do Grande Snow. Fui conduzida até ele, como tantas outras vezes antes e depois, pelos gritos inconfundíveis de uma cria abandonada à sua sorte. Devia ter cerca de 12/15 dias, e quando me sentiu chegar olhou-me fixamente com os seus belos olhos azuis já abertos. Branco prateado, o Snow foi criado a biberão, e agora continua a olhar-me fixamente, aninhado no meu peito. |
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Estes 3 irmãos foram abandonados, em Julho de 2007, junto a um caixote do lixo. Deviam ter cerca de 6 semanas e estavam doentes. Foram hospitalizados e levaram bastante tempo a recuperar. Extremamente meigos e divertidos, integraram-se sem qualquer espécie de problema e fazem a unânimidade. A bela Xani é muito doida, o mano Ícaro não é menos, embora um pouco mais ponderado, e o meigo Lindolfo parece ser o que tem mais juízo dos três. A Xani brinca com tudo e com todos, em especial com os bebés, que a adoram. |
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Chama-se agora Nelly e veio viver connosco em Julho de 2007. A meiga Alma foi encontrada com um arame atado à volta da barriga e do qual pendia um bocado de pneu. Fugia dos cães que a perseguiam, apavorada, e deixou-se apanhar facilmente, na esperança de encontrar finalmente ajuda. |
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Toda a região abdominal estava comprimida,
e mal o arame foi cortado, a doce Alma libertou finalmente litros de urina. No entanto, esta linda gatinha nem por isso deixou de confiar nos humanos, antes pelo contrário, o seu maior prazer é receber e fazer festinhas, ronrom, ter colo e alguém que a ame e proteja. Esta menina gostaria de ter um lar acolhedor, mas ninguém pareceu comover-se com a sua beleza e doçura. A meiga Nelly ficou finalmente connosco e, apesar de recear os companheiros, está agora totalmente integrada e menos dependente dos humanos. A Nelly foi apadrinhada pela Cristina Slimani, que lhe chama a doce Canela.
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Estávamos em Julho de 2007... A Etelvina e a Carolina viviam dentro de um cano esgoto, escondidas dos cães e das pessoas. Por vezes, alguém punha à entrada do cano uns restos de comida e elas vinham a medo comer. Regularmente, o cano enchia-se de água e elas ficavam completamente encharcadas... A Etelvina foi capturada às 3 horas da tarde e a Carolina só teve coragem de sair do cano mais de 12 horas depois, cerca das 4 da manhã. |
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| Duas encantadoras irmãs que não tivemos coragem de separar. A Carolina é demasiado tímida e pouco sociável, e a mana Etelvina toma conta dela e ajuda-a a socializar-se. | |
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A linda Belourinha foi encontrada em Julho de 2007 sobre uns telhados, miando desesperada em busca de comida. Foi de imediato socorrida por uma grande amiga de gatos e cães, e veio viver connosco na perspectiva de ser adoptada. No entanto, esta bela donzela, extremamente sociável com os outros gatos, não o entendeu assim! Deixa-se acariciar, mas nunca lhe conseguimos pegar ao colo. A espertalhona quis ficar connosco, e assim foi! A Belourinha é apadrinhada pela Maria de Lurdes, que a socorreu e no-la confiou. |
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Maio de 2007: encontrei a Miumiu, linda e frágil pretinha com cerca de 4 a 5 semanas, que gritava debaixo de uns arbustos, junto a uma das minhas colónias de errantes. Umas horas mais tarde, foi a Blondy, a alguns metros de distância. Ambas extremamente debilitadas e doentes, partiram pouco depois para a Ponte do Arco Íris... |
| É cedo para falar delas e
contar como a Miumiu arqueava o dorso para os "grandes" e os convidava para
brincar, ou como a Blondy procurava o carinho e calor do Caramelinho... Talvez mais tarde
ganhe coragem!
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Uma noite, no malfadado mês de Maio de 2007, no jardim de um hospital veterinário, alguém depositou junto aos meus pés um caixote de cartão e fugiu a correr! De imediato percebi o que havia dentro, a única dúvida era se se tratava de gatinhos ou de cachorros. Eram 9 gatinhos bebés, que me olharam surpreendidos, incrédulos e esperançados. |
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Escolhi os três que me pareciam mais frágeis, aos quais chamámos Belinha, Mike e Lindinha. Só a Lindinha sobreviveu, o Mike e a Belinha esperam-nos junto à Ponte do Arco-Íris. |
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| A Lindinha é uma gatinha
extraordinária: meiga, sociável, brincalhona e amiga de todos sem excepção. Acarinha,
lava e aquece todos os bebés, que correm instintivamente para ela. Seria
uma mãe perfeita... Quanto ao Mike e à Belinha, muito haveria também que dizer...
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Esta menina bonita e esperta deu-nos muito que fazer, proibindo os filhotes de virem comer ao mesmo tempo e ficando de guarda à entrada da casinha de captura. Linda siamesa pura "chocolat point", excelente mãe como todas as gatinhas, a Gypsie e os filhotes vieram viver connosco em Abril de 2007. Selvagem, esta magnífica princesa recusa-se a entrar em casa ao fim do dia, quando toca a hora da recolhida. Vive no jardim, onde tem vários abrigos à escolha e comidinha à vontade. Desde que seja feliz!!! |
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Apresento-vos três dos cinco filhotes da Gypsie, os primeiros a serem capturados. Estes lindos bebés, com cerca de 9 semanas de idade, vieram viver connosco juntamente com a mãe e, após 3 meses de quarentena e adaptação, fazem agora a alegria da nossa comunidade. Espertos e atrevidos, os Gypsies são extremamente meigos e sociáveis, actuam em clan, excepto um deles, o Ruizinho, que herdou da mãe o carácter selvagem, mas que ainda assim respeita o recolher obrigatório ao fim do dia. |
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Este lindo menino foi abandonado e deve ter sofrido muito até ir parar a uma das nossas colónias e ali encontrar alimento. No entanto, muito jovem e tímido, não habituado à rua, metia dó vê-lo com medo dos "residentes". Com cerca de 6/7 meses, o Caramelinho tentava fazer-se aceitar na mesma colónia que a Gypsie e os filhotes, mas a vida dele era um inferno, devido à timidez e provavelmente à doença. |
| Foi acolhido por nós em finais de Março de 2007, e revelou-se um gatinho extremamente meigo e simpático com os outros. | |
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| O Caramelinho sofre de alergia
às proteínas animais e tem uma alimentação especial. Todos respeitam o seu prato
privado e, quando tem fome, vem pedir a sua latinha. Comunica com os olhos, nunca o ouvimos miar ou emitir um som, excepto quando foi capturado. Não se deixa acariciar, mas inspira um estranho sentimento de ternura e meiguice!
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| O Cenourinha tinha uma patinha
muito ferida que teve de ser amputada. Era igualmente diabético e, durante meses,
demos-lhe duas injecções de insulina por dia, que ele aceitava estoicamente. Para um
errante selvagem e independente, portou-se como um grande senhor. Tal como cerca de 80% dos gatos, após este tratamento o Cenourinha estabilizou os níveis de glucose. Tem agora o pêlo e o olhar brilhantes, e vive tranquilamente a sua vida em total harmonia com os outros.
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Esta donzela é muito jovem, tem cerca de 7/8 meses e não estava grávida. Quando a capturámos parecia doente, o que o veterinário confirmou. Urinava sangue e estava muito fragilizada. Como é uma gatinha dócil, foi muito provavelmente abandonada. A Cali é muito tranquila e tem uma vozinha amorosa e delicada. Infelizmente, é FIV positiva, mas isso não nos impediu de a acolher, antes pelo contrário. Meiga e simpática como é, a Cali vai integrar-se facilmente e viver em comunidade, sem constituir qualquer perigo para os futuros manos. |
A Cali veio viver connosco em Abril de 2007, e revelou-se uma gatinha extremamente inteligente, que rapidamente percebeu e adoptou o ritmo dia/noite, entradas e saídas, recolher obrigatório, nem era preciso chamá-la. Mal o sol começava a esconder-se, a Cali regressava tranquilamente a casa... Breve estadia entre nós, porque em 22 de Maio de 2007 a linda Cali partiu para a Ponte do Arco-Íris...
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A Janis andava completamente desorientada e foi recolhida por uma grande amiga dos gatos, onde a fomos buscar. Segundo contam, alguém lhe atirava baldes de água para a afastar. Talvez isto lhe tenha provocado uma otite grave, porque é completamente surda. A Janis adora brincar com objectos que façam muito barulho. |
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| Quando os outros gatos se
escondem ou fogem por causa de um barulho estridente, é porque a Janis encontrou um
brinquedo que lhe agrada. Quem sabe se algum som penetra assim no seu mundo de silêncio! A Janis juntou-se a nós no mesmo dia que a Lilith.
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Segundo reza a história, a Lilith foi atirada pela janela fora de um 5° andar!!! Nunca mais recuperou a confiança nos humanos e recusa as carícias, a não ser enquanto come. É calma e discreta, um pouco solitária, apesar de ter feito amizade com a nossa meiga e doce Sarita. A Lilith juntou-se a nós em Fevereiro de 2007. |
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Os Margaridos são 3 dos vários filhos da Margarida e do nosso querido Cabeçudinho, com alguma mistura do tal louraço com quem a Margarida dava umas voltas para desespero do esposo amante e fiel. Os 3 Magníficos vieram alegrar a nossa comunidade em Dezembro de 2006, e são tão bonitos e inteligentes como a mãe. Apresento-vos, finalmente, o Gil, o Gugu e a Magui. |
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O nosso amigo Jerry não podia ter tido um princípio de vida mais difícil. Os irmãos foram mortos pelos cães e ele talvez tenha assistido ao drama, escondido sabe deus onde. O Jerrinho veio integrar a nossa família em Novembro de 2006. Está agora um belo rapaz, gordo e anafado, um tanto medroso, mas muito simpático e afável.
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