OS GATOS DEIXAM PEGADAS NO NOSSO CORAÇÃO

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Gatos acolhidos pela Associação Gatos Livres


A maior parte destes gatinhos foram abandonados nas colónias de que me ocupo
ou vaguearam até encontrar ali finalmente abrigo e alimento.
Outros eram bebés em perigo e outros ainda eram errantes puros - residentes em colónias mal situadas e com condições muito precárias - doentes ou cansados em busca de um porto de abrigo.
Foram acolhidos na grande comunidade dos Gatos Livres, onde vivem em paz e harmonia,
cientes de que lá fora o mundo lhes foi penosamente hostil.

 

icon   A Pimpinela, o Pimpão, o Pimpim e o Jesse

A linda e delicada Pimpinela foi abandonada com os 4 irmãos junto a uma lixeira onde algumas pessoas deixam sacos de plástico com restos. 

Quando os encontrei, restavam apenas 3 gatinhos, a Pimpinela, o Pimpão e o Pimpim.

Segundo algumas pessoas que assistiram ao abandono, um dos irmãos terá sido levado pouco depois por alguém e o outro não se sabia ao certo onde andava.

Os 3 gatinhos estavam transidos de medo e de fome.

Meigos e carentes, vieram de imediato assim que os chamei e entraram sem receio na transportadora.

Comeram desesperadamente, e cá estão na nossa comunidade, onde se integraram sem a mínima dificuldade.

Cerca de duas semanas mais tarde, reapareceu o mano que faltava. Chamámos-lhe Jesse...

Pimpinela

Pimpão

Pimpim

 

Jesse

 

 

Mãe Ágata

 

icon   A Ágata e os filhotes

A lindíssima Ágata é uma gatinha extremamente calma e meiga.

Vivia num quintal com a irmã, onde tiveram 7 filhotes cada uma. A irmã foi depositada com as crias algures num pinhal, onde não consegui ainda encontrá-los...

Após um alerta, a doce Ágata foi capturada, com 6 filhotes (o sétimo morrera entretanto), para evitar que lhes acontecesse o mesmo.

As gatinhas têm razão em serem selvagens e ariscas, é muitas vezes a única hipótese que têm de se protegerem a si e às crias. Se a mana da Ágatha não se deixasse apanhar com tanta facilidade, não teria sido cobardemente levada com os filhotes e depositada como um vulgar objecto num local desconhecido, onde nem sequer sabia onde procurar comida e abrigo.

A Ágata é extremamente frágil. Tinha anemia e centenas de pulgas viviam na sua bela pelagem de siamês. Está agora em recuperação, e esperamos que em breve seja uma gatinha saudável e alegre.

Os 6 filhotes da Ágata encontram-se bem e são um encanto: 2 pretinhos, 2 tartarugas, 1 tipo siamês e 1 preto e branco.

Filhote da Ágata

Filhote da Ágata

Filhote da Ágata e Guliver

Filhote da Ágata e Guliver

Filhote da Ágata e Guliver

 

Filhotes da Ágata e Pimpim

 

Filhotes da Ágata

 

Filhotes da Ágata

 

 

icon   A Molly

A linda Molly foi depositada numa noite de Junho à porta da garagem de alguém, juntamente com um montinho de ração para gato adulto.

Era uma minúscula criatura, com cerca de 3/4 semanas, que mal sabia comer sozinha, transida de medo,  subnutrida e cheia de coriza. Ao entrar na garagem, o carro quase lhe passou por cima...

Foi recolhida e foi-me feito um apelo. No dia seguinte de manhã a pequenina Molly veio juntar-se a nós, em quarentena. Não foi fácil tratá-la, porque era selvagem: quem a abandonou nem se dera ao trabalho de a socializar.

 

Molly

Diga-se que quem me pediu para a receber também nunca mais se deu ao trabalho de saber notícias...

A pequenina Molly está hoje completamente integrada na nossa comunidade e é extremamente meiga, após várias sessões de "festas compulsivas", algumas arranhadelas e mesmo dentadas.

Mais uma gatinha encantadora de que todos gostamos muito.

 

 

Giovanni

 

icon   O Giovanni

O Giovanni é um amor de gatinho. Mais um pretinho que desafia as crenças medievais dos "diabos pretos", e que se veio juntar a nós após um apelo.

O Giovanni chamava-se Romeu, mas nós já tínhamos o nosso romântico de serviço, por isso teve de mudar de nome.

Esta doçura é um dos filhotes de uma linda donzela que vive acarinhada no quintal de uma amiga dos animais.

Foi acolhido por uma boa família, mas vivia um pouco isolado porque os outros gatinhos já são velhotes e não lhe aturavam as traquinices. Assim, veio juntar-se ao clube dos loucos da nossa comunidade, onde até lhe sobra brincadeira. O Giovanni integrou-se com a maior das facilidades, e o seu prazer é brincar e dormir em montinho com os manos de adopção.

 

 

icon   O Sião

O Sião foi encontrado por uma grande amiga dos animais que "não percebe muito de gatos"... Viu este gatinho à beira da estrada, escanzelado, e apanhou-o... à mão! Uma captura de mestre, não fosse o Sião ser a mais meiga e dócil das criaturas, que só pedia que um olhar atento cruzasse os seus belos olhos azuis!

Um apelo, e o belo siamês veio juntar-se a nós. Porém, dado o estado de magreza - 3 kg para um belo gatarrão que, nos dias felizes, deveria ter pesado pelo menos 7 kg - foi de imediato hospitalizado.

Após exames, verificou-se que o Sião tem os pulmões extremamente afectados, crises de tosse e falta de ar. Para saber exactamente de que mal sofre, seria necessário fazer uma pesquisa mais avançada, que implicaria riscos e sofrimento para este lindo gatinho, que já deve ter penado a sua dose neste mundo.

Assim, decidimos deixá-lo em paz, com o seu provável linfoma pulmonar, passear ao ar livre, ir beber água à fonte com os outros, apanhar sol, deitar-se à sombra de um arbusto ouvindo o chilrear dos pássaros e cuidar dos bebés da casa, até que o destino nos diga se o seu mal é incurável.

Por agora, o Sião está bem, com menos crises, e quem sabe...

 

O belo Sião

Sião e um bebé Brinquinho

 

Cinderela

 

icon   A Cinderela

A nossa história de amor, minha e da linda Cinderela, é longa!

Algum tempo depois de ter encontrado o meu querido bebé Snow, que criei a biberão, vi na perigosa colónia do Niels, da Sweety e do Grande Snow um gatinho exactamente igual, em busca de comida.

A partir desse dia começou a guerra da tentativa de captura. Semanas mais tarde, o gato deixou de aparecer... Convenci-me que morrera, que fôra atropelado, que desaparecera tal como todos os outros que não conseguira salvar daquele triste local.

Porém, quase um ano depois, voltei a vê-lo perto da mesma colónia, à beira da estrada, junto ao mato!!! Estranhamente, miou alto e bom som e deixou que me aproximasse um pouco. Percebi que algo de diferente se passava.

Avancei uns passos e, discretamente, espreitei: seis filhotes, com cerca de 4 semanas, dormiam em montinho à sombra de um arbusto. Era então uma menina, "o irmão" do meu bebé Snow, e tinha seis lindas crias!

Deixei comida e, na manhã seguinte, voltei lá. A mãe estava ausente, certamente em busca de mais alimento. Apanhei os filhotes e, nesse mesmo dia, recomeçou a saga da tentativa de captura da mãe, prometendo a mim própria que desta vez não me escaparia. Cerca de um mês depois, a irmã do Snow entrou finalmente na armadilha!

Chamámos-lhe Cinderela.

A Cinderela veio juntar-se a nós e aos 6 filhotes: 3 tipo siamês e 3 tigradinhos, uns anjos de beleza e doçura, a quem chamamos os Snows.

Bebé Snow

Bebé Snow e bebé Brinquinho

Bebé Snow

Bebé Snow

Snows, Pompom, Kristi e Tina

Snow, bebés Snows e Kristi

Snows, Brinquinhos e Kristi

Os Snows e outros bebés brincam no jardim com um cordelinho, ao fim da tarde

 

icon   A Paprika

A minúscula Paprika foi encontrada com alguns dias de idade junto a um caixote do lixo!

Porquê?

Mistério da crueldade de alguns humanos insensíveis ao sofrimento de um bebé sozinho e sem comida, incapaz de fazer algo mais a não ser gritar por socorro.

Talvez devido às circunstâncias em que terá vivido algumas horas, a Paprika deu que fazer: rejeitava o leite maternizado do biberão, dado de duas em duas horas, e em seguida foram as diarreias.

Quando pôde começar a comer do pratinho, o nosso bebé levou igualmente algum tempo a adaptar-se à comida sólida, mas a vontade de viver era tanta que nada a fez desistir.

Cheia de vida e alegria, a Paprika deve ter agora (fins de Setembro) cerca de 6 semanas, e a sua felicidade suprema consiste em se deixar lavar e mimar pelos "grandes" da casa.

A saudade das vagas recordações dos poucos dias passados com a mãe encontraram eco na alma sensível de alguns dos nossos gatinhos, e a jovem Paprika tem agora muitas mães.

Até a solitária Ravi, a nossa gatinha mais velha, criada quase como filha única e que não é grande apreciadora de companhia, muito menos na sua almofada privada, aceita o bebé Paprika sem reservas.

Os manos Pompons, o nosso querido Balu e, como sempre, a "mãe" Xani adoram-na e brincam com ela com ternura, deixam-na dormir encostada a eles e acarinham-na. Fazem o papel de mães babadas e ai de quem for um pouco mais brusco com a cria, como por exemplo a menina Anastásia...

 

 

Paprika

Paprika e Pompom

Ravi e Paprika

 

 

Veneza

 

icon   A Veneza

A linda Veneza foi abandonada, com cerca de 2 meses, junto a uma casa. Felizmente, um dos gatos residentes achou-lhe piada e levou-a, como um irmão mais velho, ensinando-lhe o caminho do prato e da almofada.

Mas a beldade não podia ficar... e foi-nos confiada.

Cá está ela na nossa comunidade, sem quaisquer complexos, feliz e despreocupada.

 

icon   O Moi-Moi

O Moi-Moi foi encontrado escondido num canavial, junto a uma vivenda.

Segundo um vizinho, o bebé chorava e gritava há dois dias, sem que ninguém ouvisse o seu apelo.

Não foi difícil capturá-lo. Deixou-se apanhar sem resistência, mas só algumas horas depois quis comer, desesperadamente, tal era o seu terror.

O Moi-Moi é uma doçura de gatinho e foi acolhido de patas abertas pelos nossos bebés e adultos.

 

Moi-Moi

 

Mãe Gaia

 

icon   A Gaia e os filhotes

A Gaia deu à luz os seus filhotes nos sobrados do celeiro da mesma quinta onde vivia o Bruni e onde já tinha concebido várias ninhadas, todas elas afogadas num balde de água!

Capturei esta linda família quando os filhotes tinham apenas alguns dias. Ficaram isolados numa pequena casinha de aldeia, onde a Gaia criou tranquilamente os filhos, protegida de quaisquer perigos.

São os nossos lindos Pompons, 4 doçuras brancas tipo siamês tabby e um encanto de pretinho.

Quando os bebés puderam prescindir da mãe, a Gaia deu entrada na clínica para esterilização e os filhotes vieram integrar a comunidade dos bebés ex-Gatos Livres .

Uma semana depois, seria a vez da Gaia se juntar a nós, e reencontrar os filhotes e o seu amigo Bruninho.

Pompons

Pompons

Pompons

Pompons

Pompom

Pompom

Pompom

Pompons

Pompom

Pompons

 

icon   O Bruni

O Bruni e os companheiros viviam numa quinta. Foram metidos num galinheiro e espalhados pelas estradas e aldeias... Mais esperto ou mais rápido, o Bruni conseguiu escapar-se, mas vivia escorraçado e perseguido, devido à sua cor!

Fui buscá-lo, antes que as ameaças de tiro de caçadeira se concretizassem...

O Bruninho juntou-se a nós em Abril de 2008.

 

 

 

Bruni

 

 

Irina

 

 

icon   A Irina

A jovem Irina vivia num local pouco acolhedor, sujo e perigoso. Apesar disso, é meiga e sociável, talvez em tempos tenha tido algum carinho.

Esta donzela estava grávida e, se não tivesse sido esterilizada e acolhida, ela e os filhotes iriam viver num amontoado de espinhas de peixe, lixo e varejeiras.

A linda Irina juntou-se a nós em Agosto de 2008 e adaptou-se muito rapidamente à sua nova vida.

 

 

icon   A Alice

A bela Alice andava perdida ou foi abandonada? Não se sabe, porque, embora estivesse esterilizada, o que é raro, infelizmente, ninguém procurou esta gatinha meiga e visivelmente habituada ao conforto de um colo.

O certo é que esta menina surgiu um dia a pedir comida e carinho.

A Alice veio viver connosco em Agosto de 2008 e integrou-se de imediato com grande facilidade.

 

Alice

 

Góia

icon   A Góia e os filhotes

A Góia foi capturada com os seus 4 filhotes, de cerca de 4 semanas, nas dependências de um restaurante cujo proprietário ameaçava envenená-los.

A mãe entrou facilmente na casinha de captura, mas os filhotes, escondidos debaixo de uma escada à qual acediam através de um buraco, entre uma amálgama de velhas e sujas mobílias, deram muito que fazer. Foi necessária a paciência e dedicação de dois dos empregados, que sujaram a camisa impecavelmente branca e o lacinho preto, para que finalmente as crias se deixassem apanhar.

Estão agora em segurança, mãe e filhos.

Esta gatinha adoptou ainda 5 filhotes sem mãe, encontrados com cerca de 3 semanas na mão de crianças muito pequenas e que lhes tinham sido dados por alguém! Os bebés gritavam de fome e medo, e a Góia amamentou-os com amor e carinho, juntamente com os seus, que, sendo mais velhos, cediam o lugar aos manos de adopção mais pequeninos, os lavavam e acarinhavam.  Aos verdadeiros filhotes da Góia chamámos-lhes os Barquinhos e aos filhotes adoptivos os Brinquinhos.

Filhotes da Góia

Filhotes da Góia

Filhotes da Góia

Filhotes da Góia

Filhotes da Góia

 

Filhotes da Góia

 

Filhotes da Góia

 

Filhotes da Góia

 

 

icon   O Jerónimo

O Jerónimo andava perdido ou abandonado, pedindo comida a quem passava, sem quaisquer inibições.

Alguns adultos seguiram o seu caminho indiferentes, mas uma criança viu e ouviu, e o Jerónimo veio viver connosco em Junho de 2008.

É um gatinho sociável com os humanos e fez facilmente amizades entre os companheiros.

 

Jerónimo

Verificou-se que o Jerónimo é diabético. Já iniciou o tratamento adequado e temos esperança de que, tal como aconteceu com o nosso Cenourinha, em breve o Jerónimo se cure.

 

 

Joni

 

icon   O Joni

O simpático Joni foi encontrado deambulando na rua.

É um gatinho extremamente meigo e sociável, que deve ter sido abandonado ou que andava perdido, embora pareça que ninguém o procura desesperadamente...

Amigo dos outros e carente de ternura, o Joni adaptou-se à casa e à comunidade como se sempre tivesse vivido connosco.

É muito brincalhão e apreciado pelos novos companheiros, mas o jardim mete-lhe medo. Más recordações?

O Joni tem cerca de 8 meses e veio juntar-se à família dos Gatos Livres   em Abril de 2008.

 

icon   O Bartolomeu

Não é preciso dizer que D. Bartolomeu é um gatinho muito tímido, basta ver a foto!

Este nosso amigo foi um dia, a medo, pedir comida e bateu a boa porta, mas como não podia continuar junto a uma estrada e com vizinhança hostil, veio parar aos Gatos Livres  em Fevereiro de 2008.

Apesar de medroso com os humanos, o Bartolomeu não tem qualquer problema com os companheiros e promete ser um gatinho que depressa se irá integrar.

 

bartolomeu.jpg (47647 bytes)

Foi evidentemente castrado e está ainda em quarentena, até perceber que aqui não corre qualquer espécie de perigo.

 

 

Mara

 

icon   A Mara

Do local onde a Mara foi encontrada vê-se o mar...

A Mara é meiga, extremamente sociável e nada tímida com os humanos. Foi concerteza abandonada ou andava perdida, porque me saltou para o colo mal me viu acocorada para a acariciar.

Cheia de carraças e pulgas, não esterilizada, perto de uma estrada movimentada, o futuro desta jovem gatinha seria o de muitas outras, tanto mais que ninguém parece procurá-la.

A Mara foi evidentemente esterilizada e vacinada. Apesar de algumas dificuldades iniciais de integração, descobriu finalmente os prazeres da vida em comunidade. Adora os bebés, e brinca e corre como se tivesse voltado à primeira infância.

 

icon   A Minitabby

A Minitabby é um encanto de gatinha! Encontrei-a em Janeiro de 2008 na colónia do Niels, do Snow, do Cenourinha e da Sweety, vinda sabe deus de onde, porque nunca a tinha visto.

Esta colónia está em perigo. O Snow, o Niels, a Linda, a Belinha e a Luna desapareceram misteriosamente. Outros que vinham de vez em quando nunca mais foram vistos. Outros ainda foram encontrados mortos.

Trata-se de retirar a pouco e pouco os que restam e os que surgem de novo em busca de comida e abrigo.

A Minitabby é estranhamente parecida com a Tabby, única residente fixa que se mantém, até agora, fiel ao posto.

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Esta doçura foi esterilizada e acolhida na grande família dos Gatos Livres , que passaram a ser gatinhos de colo, tapete e almofada.

 

 

Sweety

icon   A Sweety

Após vários meses de inquietante ausência, a magnífica Sweety, irmã do Niels, ressurgiu do nada no local onde nasceu e foi criada, na colónia chefiada pelo Grande Snow.

Esta colónia está em perigo, vários gatos desapareceram, outros foram encontrados mortos, e os que restam, entre os quais a Tabby, assim como os novos que forem surgindo, tal como a Minitabby, irão sendo acolhidos pela grande família dos Gatos Livres  à medida das possibilidades e da urgência.

A Sweety regressou muito doente e enfraquecida, mas começa agora a recuperar a saúde e a confiança.

 

 

icon   A Liccia, a Lara e a Lira

A Liccia, gatinha extremamente sociável e meiga com gatos e humanos, vivia com duas gatinhas bebés, a Lara e a Lira, debaixo de um estrado de madeira frente a um restaurante italiano.

Pensei que seriam mãe e filhas, mas, segundo o veterinário que a esterilizou, a Liccia nunca teve filhotes. As 3 meninas são provavelmente irmãs de ninhadas diferentes, pois a Liccia protege e acarinha as crias como se fossem suas. Tudo indica que se trata de mais um abandono de fêmeas, como se de peste se tratasse!

 

Liccia, Lara e Lira, inseparáveis

Estas 3 donzelas foram acolhidas juntas em Dezembro de 2007, e muito rapidamente se integraram no grupo de novos companheiros.

Lara

Lira

Lara e Lira, com cerca de 3 meses, filhas adoptivas da meiga Liccia, que as protegeu e acarinhou na rua,
e que continua a cumprir a sua missão de irmã mais velha.

 

Anastásia

 

icon   A Anastásia

A divertida Anastásia chorava encolhida a um canto algures na colónia do Grande Snow.

Tinha a bacia partida e estava esquelética.

Deixou-se apanhar ao colo, onde se aninhou a ronronar.

Está agora quase totalmente recuperada, já pôde mesmo ser esterilizada e vacinada, e em breve, muito em breve, poderá sair ao jardim e subir às árvores.

A Anastásia é uma doçura de gatinha. Adora brincar e correr, no seu jeito ainda desengonçado. É mesmo divertida!

15 de Fevereiro de 2008: a Anastásia foi esterilizada. Já foi também vacinada e começa a sair ao jardim. Está toda contente, corre, brinca e estranha tanta liberdade após a longa quarentena.

 

icon   O Balu

O nosso querido Balu foi encontrado em Novembro de 2007, com apenas 5/6 semanas de idade, na colónia do Grande Snow, no mesmo dia e local que a Anastásia. Veio de imediato ter comigo, sem qualquer receio, mas infelizmente tinha o olhito direito muito doente.

Algumas horas depois, apesar de pequenino, foi operado de urgência. Extremamente corajoso, aceitou todos os tratamentos a que foi submetido como um grande senhor.

Balu

Está completamente recuperado e a falta de um olho em nada o diminui. Brincalhão, meigo, amigo dos companheiros, o Balu é mais um sobrevivente entre tantos outros que alegram a nossa comunidade.

Março de 2008: o Balu começou a sair ao jardim, com os seus amigos Bagui, Snow e Minus, que, juntamente com os mais velhos, o iniciam nas artes de subir às árvores e na escolha dos melhores cantos de sombra, sem esquecer os disparates em grupo, geralmente orientados pela pata de mestre da nossa querida Xani.

 

 

icon   A Meli e os filhotes

A meiga Meli foi posta na rua de um dia para o outro e "morava" desde então com os filhos (Tessy, Akka e Ernesto, a sua última ninhada e a ninhada da filha Akka) numa espécie de lixeira, ao lado do que fôra outrora a sua casa! No entanto, não guardou rancor a quem a abandonou e passava por ela todos os dias sem uma palavra de carinho ou um pouco de comida.

Deu a vida a uma série de filhotes, quase todos eles dispersados por crianças que lhos roubavam pouco depois de nascerem e os deixavam algures no meio da estrada.

Meli e a filha Akka

Todos estes gatinhos herdaram da mãe um olhar extremamente doce e calmo, e podem ser socializados. Foram acolhidos pelos Gatos Livres, devido às condições degradantes em que viviam e à chacina de que eram vítimas as crias.

A nossa Meli não precisou de ser capturada, entrou de boa vontade na casinha de transporte.

Esterilizada e com os filhos protegidos e abrigados, esta menina merece ser finalmente feliz.

A doce Meli

Tessy, filha da Meli

Akka

 

Ernesto

 

Dos últimos filhotes da Meli e da sua filha Akka, o primeiro a ser capturado foi o divertido e meigo Minus, com cerca de 4/5 semanas, encontrado encolhido e silencioso perto da estrada, branco sobre um plástico branco, quase uma visão. Daí surgiu a urgência de procurar os outros e de os proteger.

Eram 3 crias da Meli: o Sereno, o Zorrinho e a Falua, e mais 2 crias da Akka: o Manu e a Mina.

Foram todos capturados no mesmo dia, e ficaram ainda cerca de uma semana com as mães, mas pouco depois foram separados para facilitar a socialização de adultos e bebés.

Xani e Minus

Xani e Minus

O Minus é sociável, divertido e malandreco.
Minúsculo, deixava-se mimar, lavar e iniciar por todas as meninas da casa, que assumem sempre que necessário o papel de mães babadas.

 

Mina

Os irmãos Minus e Mina

Nesta foto, a pequenita Mina e o mano Minus têm cerca de 4 meses...
Ninguém diria que são irmãos, tal é a diferença de tamanho!
A princesa Mina sofre de nanismo hipofisário, doença sem cura que a impede de crescer, mas que não a impede de ter carácter e de ser a mais meiga e doce das criaturas.

Desde cerca das 2 da madrugada de 2 de Janeiro de 2008 que a pequenita Mina nos espera
junto à Ponte do Arco-Íris
...

 

Lindinha e Mina

Lindinha e Mina

A meiga Lindinha ocupa-se da pequenita Mina como se fosse sua mãe.
Lava-a, aquece-a e protege-a como faria com os filhos que nunca terá.

 

Minus, filhote da Akka, Zorrinho e Falua, filhotes da Meli

Mina e Manu, filhotes da Akka, com o Romeu, adorado pelos bebés

Minus com Zorrinho e Falua, filhotes da Meli, lindos tigradinhos um pouco ariscos mas brincalhões e extremamente sociáveis com os outros gatos.

A pequenita Mina e o mano Manu conseguem encontrar sempre um amigo mais velho para se encostarem e desfrutar de toilette, mimo e calor.

 

Sereno, filho da Meli

Sereno, filho da Meli, Minus, filho da Akka, e o bebé Snow criado a biberão

O Sereno é muito calmo, nada parece perturbá-lo. No entanto, curioso e vaidoso como um gato, interrompe o gesto de se coçar para a foto!

 

Minus, Sereno e Snow exploram o novo brinquedo, oferecido pelo Nicolau. Ao fundo, Romi (8 anos) observa as crianças a brincar.

 

Falua e Ravi

Nursery

A jovem Falua brinca sob o olhar atento da amiga mais velha Ravi (9 anos)

 

Snow, Minus, Sereno, Mina, Romeu, Manu
e o cordelinho

 

15 de Fevereiro de 2008: a linda Falua foi esterilizada, mas ainda não sai ao jardim porque não se deixa pegar facilmente ao colo, condição obrigatória para o regresso ao interior da casa ao fim do dia.

 

 

icon   O Baguera

O Bagui, como lhe chamamos, foi encontrado em Outubro de 2007 numa lixeira, minúsculo, esfomeado e cheio de ácaros. Deixou-se apanhar facilmente e tratar como uma corajosa pantera, e aqui está ele, juntamente com alguns "manos de adopção", o Snow e o Minus, que o acolheram como um príncipe.

O nosso querido Bagui, cuja negra pelagem é agora aveludada e brilhante, é uma doçura de gatinho.

 

Bagui com Minus e Snow

Quem o deitou fora para o lixo não sabe que perdeu um grande amigo para a vida, terno, falador e divertido.

 

 

Prince

 

 

icon   O Prince

Este belo gatinho "vivia" algures, junto à colónia da Meli. Vinha ali comer, quando os cães o deixavam, perseguido e escorraçado por tudo e por todos.

Simpático, meigo, discreto, sociável com gatos e humanos, o Prince merecia melhor sorte e foi acolhido pelos Gatos Livres , onde se integrou muito rapidamente.

 

A sua presença entre nós exigiu no início algumas precauções relativamente aos companheiros, porque o meigo Prince é FIV e FELV positivo, mas tem valido a pena. Todos o adoram e ele convive em paz e harmonia com todos.

 

 

icon   A Lilás

A linda Lilás, de olho azul e pêlo comprido, foi abandonada, ninguém sabe porquê. Gatinha meiga, muito calma, discreta, simpática com os outros gatos e sociável, esta menina não sabia sequer procurar comida ou abrigo.

Ali ficou, onde a deixaram, encostada à porta de casa, até que alguém lhe deu um caixotinho de cartão para se recolher e alguma comida.

A doce Lilás veio viver connosco em Setembro de 2007.

 

 

Lilás

 

Romeu

 

icon   O Branquinho

Chama-se agora Romeu.

Afinal, enganámo-nos!!! A Branquinha, como lhe tínhamos inicialmente chamado,  é... um menino!

Até o veterinário foi induzido em erro por esta carinha linda e meiga. Só quando "a" operou a uma patinha, porque coxeava e tinha o col do fémur partido, é que viu, finalmente, que a Branquinha é o Branquinho.

 

O Romeu é filho da Bicharoca. Foi capturado em Setembro de 2007 para tratar da patinha, e por cá ficou.

É muito calmo, meigo e brincalhão, e todos gostam dele. Além disso, é extremamente útil, serve de almofada e lareira para os mais pequenitos, que o adoram.

O Romeu foi castrado em Janeiro de 2008, mas já tinha sido vacinado e, passada a fase obrigatória de quarentena, não se fez rogado para sair ao jardim e conviver com todos os outros sem qualquer dificuldade.

 

icon   O Snow

Encontrei o Snow a 15 de Agosto de 2007, debaixo de uns arbustos, junto à colónia do Niels, da Sweety, da Tabby e do Grande Snow. Fui conduzida até ele, como tantas outras vezes antes e depois, pelos gritos inconfundíveis de uma cria abandonada à sua sorte. Devia ter cerca de 12/15 dias, e quando me sentiu chegar olhou-me fixamente com os seus belos olhos azuis já abertos. Branco prateado, o Snow foi criado a biberão, e agora continua a olhar-me fixamente, aninhado no meu peito.

Snow bebé

Snow com 5 meses

Snow começa a sair ao jardim

 

Snow no jardim

 

icon   A Xani, o Ícaro e o Lindolfo

Estes 3 irmãos foram abandonados, em Julho de 2007, junto a um caixote do lixo.

Deviam ter cerca de 6 semanas e estavam doentes. Foram hospitalizados e levaram bastante tempo a recuperar.

Extremamente meigos e divertidos, integraram-se sem qualquer espécie de problema e fazem a unânimidade.

A bela Xani é muito doida, o mano Ícaro não é menos, embora um pouco mais ponderado, e o meigo Lindolfo parece ser o que tem mais juízo dos três.

A Xani brinca com tudo e com todos, em especial com os bebés, que a adoram.

 

Xani procura um espaço no colo

Lindolfo adora este brinquedo

 

Xani e o mano Ícaro mimam a luta

 

 

icon   A Alma

Chama-se agora Nelly e veio viver connosco em Julho de 2007.

A meiga Alma foi encontrada com um arame atado à volta da barriga e do qual pendia um bocado de pneu.

Fugia dos cães que a perseguiam, apavorada, e deixou-se apanhar facilmente, na esperança de encontrar finalmente ajuda.

Nelly

 

Toda a região abdominal estava comprimida, e mal o arame foi cortado, a doce Alma libertou finalmente litros de urina.

No entanto, esta linda gatinha nem por isso deixou de confiar nos humanos, antes pelo contrário, o seu maior prazer é receber e fazer festinhas, ronrom, ter colo e alguém que a ame e proteja.

Esta menina gostaria de ter um lar acolhedor, mas ninguém pareceu comover-se com a sua beleza e doçura.

A meiga Nelly ficou finalmente connosco e, apesar de recear os companheiros, está agora totalmente integrada e menos dependente dos humanos.

A Nelly foi apadrinhada pela Cristina Slimani, que lhe chama a doce Canela.

 

 

icon   As Tojeirinhas: Etelvina e Carolina

Estávamos em Julho de 2007... A Etelvina e a Carolina viviam dentro de um cano esgoto, escondidas dos cães e das pessoas. Por vezes, alguém punha à entrada do cano uns restos de comida e elas vinham a medo comer.

Regularmente, o cano enchia-se de água e elas ficavam completamente encharcadas...

A Etelvina foi capturada às 3 horas da tarde e a Carolina só teve coragem de sair do cano mais de 12 horas depois, cerca das 4 da manhã.


Etelvina

Duas encantadoras irmãs que não tivemos coragem de separar. A Carolina é demasiado tímida e pouco sociável, e a mana Etelvina toma conta dela e ajuda-a a socializar-se.

Etelvina e Rubi Gypsie

 

Carolina

 

 

icon.jpg (1130 bytes)   A Belourinha

A linda Belourinha foi encontrada em Julho de 2007 sobre uns telhados, miando desesperada em busca de comida. Foi de imediato socorrida por uma grande amiga de gatos e cães, e veio viver connosco na perspectiva de ser adoptada.

No entanto, esta bela donzela, extremamente sociável com os outros gatos, não o entendeu assim! Deixa-se acariciar, mas nunca lhe conseguimos pegar ao colo. A espertalhona quis ficar connosco, e assim foi! 

A Belourinha é apadrinhada pela Maria de Lurdes, que a socorreu e no-la confiou.

Belourinha ainda em quarentena

 

Belourinha, Dodo Dalton e Reinaldo Gypsie

 

 

Blondy e Miumiu

 

icon.jpg (1130 bytes)   A Blondy e a Miumiu

Maio de 2007: encontrei a Miumiu, linda e frágil pretinha com cerca de 4 a 5 semanas, que gritava debaixo de uns arbustos, junto a uma das minhas colónias de errantes.

Umas horas mais tarde, foi a Blondy, a alguns metros de distância.

Ambas extremamente debilitadas e doentes,  partiram pouco depois para a Ponte do Arco Íris...

É cedo para falar delas e contar como a Miumiu arqueava o dorso para os "grandes" e os convidava para brincar, ou como a Blondy procurava o carinho e calor do Caramelinho... Talvez mais tarde ganhe coragem!

 

 

icon.jpg (1130 bytes)   A Lindinha, o Mike e a Belinha

Uma noite, no malfadado mês de Maio de 2007, no jardim de um hospital veterinário, alguém depositou junto aos meus pés um caixote de cartão e fugiu a correr!

De imediato percebi o que havia dentro, a única dúvida era se se tratava de gatinhos ou de cachorros.

Eram 9 gatinhos bebés, que me olharam surpreendidos, incrédulos e esperançados.

 

Lindinha no jardim, em Fevereiro de 2008

Escolhi os três que me pareciam mais frágeis, aos quais chamámos Belinha, Mike e Lindinha.

Só a Lindinha sobreviveu, o Mike e a Belinha esperam-nos junto à Ponte do Arco-Íris.

Belinha

Mike

Lindinha

A Lindinha é uma gatinha extraordinária: meiga, sociável, brincalhona e amiga de todos sem excepção. Acarinha, lava e aquece todos os bebés, que correm instintivamente para ela. Seria uma mãe perfeita...

Quanto ao Mike e à Belinha, muito haveria também que dizer...

 

icon   A Gypsie

Esta menina bonita e esperta deu-nos muito que fazer, proibindo os filhotes de virem comer ao mesmo tempo e ficando de guarda à entrada da casinha de captura.

Linda siamesa pura "chocolat point", excelente mãe como todas as gatinhas, a Gypsie e os filhotes vieram viver connosco em Abril de 2007.

Selvagem, esta magnífica princesa recusa-se a entrar em casa ao fim do dia, quando toca a hora da recolhida. Vive no jardim, onde tem vários abrigos à escolha e comidinha à vontade.

Desde que seja feliz!!! 

 

Mãe Gipsy

icon.jpg (1130 bytes)   Os Gypsies: Roberto, Rudolfo, Ricardo, Reinaldo e Ruizinho 

Apresento-vos três dos cinco filhotes da Gypsie, os primeiros a serem capturados.

Estes lindos bebés, com cerca de 9 semanas de idade, vieram viver connosco juntamente com a mãe e, após 3 meses de quarentena e adaptação, fazem agora a alegria da nossa comunidade.

Espertos e atrevidos, os Gypsies são extremamente meigos e sociáveis, actuam em clan, excepto um deles, o Ruizinho, que herdou da mãe o carácter selvagem, mas que ainda assim respeita o recolher obrigatório ao fim do dia.

Filhotes Gypsies

Gypsies e Ícaro

 

Richie Gypsie e Rubi Gypsie

 

 

Caramelo

 

icon.jpg (1130 bytes)   O Caramelo

Este lindo menino foi abandonado e deve ter sofrido muito até ir parar a uma das nossas colónias e ali encontrar alimento.

No entanto, muito jovem e tímido, não habituado à rua, metia dó vê-lo com medo dos "residentes".

Com cerca de 6/7 meses, o Caramelinho tentava fazer-se aceitar na mesma colónia que a Gypsie e os filhotes, mas a vida dele era um inferno, devido à timidez e provavelmente à doença.

Foi acolhido por nós em finais de Março de 2007, e revelou-se um gatinho extremamente meigo e simpático com os outros.

Caramelinho

Caramelo

O Caramelinho sofre de alergia às proteínas animais e tem uma alimentação especial. Todos respeitam o seu prato privado e, quando tem fome, vem pedir a sua latinha.

Comunica com os olhos, nunca o ouvimos miar ou emitir um som, excepto quando foi capturado. Não se deixa acariciar, mas inspira um estranho sentimento de ternura e meiguice!

 

icon   O Cenourinha

O nosso querido Cenourinha veio juntar-se à Cali e ao resto da tribo em Abril de 2007.

É um gatinho muito calmo, ponderado, sossegado e que não parece muito disposto a sair ao jardim.

O seu olhar e comportamento mostram que foi um dominante na colónia onde vivia e que não teme qualquer outro. Não possui qualquer espécie de agressividade, por isso mesmo, e talvez porque reconhece a sua fragilidade: três patinhas não é o mesmo que quatro!

O Cenourinha estava certamente cansado da rua, das lutas pela defesa das fêmeas e do território. Chegou finalmente a bom porto, pode agora repousar...

 

Cenourinha e Cali

Cenourinha

Cenourinha e Rubi Gypsie

O Cenourinha tinha uma patinha muito ferida que teve de ser amputada. Era igualmente diabético e, durante meses, demos-lhe duas injecções de insulina por dia, que ele aceitava estoicamente. Para um errante selvagem e independente, portou-se como um grande senhor.

Tal como cerca de 80% dos gatos, após este tratamento o Cenourinha estabilizou os níveis de glucose. Tem agora o pêlo e o olhar brilhantes, e vive tranquilamente a sua vida em total harmonia com os outros.

 

 

Cali

 

icon   A Cali

Esta donzela é muito jovem, tem cerca de 7/8 meses e não estava grávida.

Quando a capturámos parecia doente, o que o veterinário confirmou. Urinava sangue e estava muito fragilizada. Como é uma gatinha dócil, foi muito provavelmente abandonada.

A Cali é muito tranquila e tem uma vozinha amorosa e delicada.

Infelizmente, é FIV positiva, mas isso não nos impediu de a acolher, antes pelo contrário.

Meiga e simpática como é, a Cali vai integrar-se facilmente e viver em comunidade, sem constituir qualquer perigo para os futuros manos.

A Cali veio viver connosco em Abril de 2007, e revelou-se uma gatinha extremamente inteligente, que rapidamente percebeu e adoptou o ritmo dia/noite, entradas e saídas, recolher obrigatório, nem era preciso chamá-la.

Mal o sol começava a esconder-se, a Cali regressava tranquilamente a casa...

Breve estadia entre nós, porque em 22 de Maio de 2007 a linda Cali partiu para a Ponte do Arco-Íris...

 

 

icon.jpg (1130 bytes)   A Janis

A Janis andava completamente desorientada e foi recolhida por uma grande amiga dos gatos, onde a fomos buscar.

Segundo contam, alguém lhe atirava baldes de água para a afastar. Talvez isto lhe tenha provocado uma otite grave, porque é completamente surda.

A Janis adora brincar com objectos que façam muito barulho.

 

Janis

Quando os outros gatos se escondem ou fogem por causa de um barulho estridente, é porque a Janis encontrou um brinquedo que lhe agrada. Quem sabe se algum som penetra assim no seu mundo de silêncio!

A Janis juntou-se a nós no mesmo dia que a Lilith.

 

 

icon.jpg (1130 bytes)   A Lilith

Segundo reza a história, a Lilith foi atirada pela janela fora de um 5° andar!!!

Nunca mais recuperou a confiança nos humanos e recusa as carícias, a não ser enquanto come. É calma e discreta, um pouco solitária, apesar de ter feito amizade com a nossa meiga e doce Sarita.

A Lilith juntou-se a nós em Fevereiro de 2007.

Lilith

 

Lilith e Sara

 

 

icon.jpg (1130 bytes)   Os Margaridos: Gil, Gugu e Magui

Os Margaridos são 3 dos vários filhos da Margarida e do nosso querido Cabeçudinho, com alguma mistura do tal louraço com quem a Margarida dava umas voltas para desespero do esposo amante e fiel. Os 3 Magníficos vieram alegrar a nossa comunidade em Dezembro de 2006, e são tão bonitos e inteligentes como a mãe. Apresento-vos, finalmente, o Gil, o Gugu e a Magui.

Gil

Gugu

Magui

 

Os Margaridos e o mano de adopção, Jerry

 

 

Jerry

 

 

icon   O Jerry

O nosso amigo Jerry não podia ter tido um princípio de vida mais difícil. Os irmãos foram mortos pelos cães e ele talvez tenha assistido ao drama, escondido sabe deus onde.

O Jerrinho veio integrar a nossa família em Novembro de 2006. Está agora um belo rapaz, gordo e anafado, um tanto medroso, mas muito simpático e afável.